De acordo com a força tarefa, o executivo ocultou seis imóveis que recebeu do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, como propina para viabilizar compra de carteiras da instituição financeira. O valor pago pela atuação dele teria chegado a R$ 140 milhões.
Costa estava detido na Superintendência da PF em Brasília. Sua transferência para um presídio federal foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, que é relator do processo.
Diálogos extraídos pela PF do celular dele apontam que, em conversa com Vorcaro, o ex-presidente do BRB chegou a pedir ajuda para articular uma defesa dos atos do banco público em favor do Master. O pedido, segundo a conversa, seria um pedido do agora ex-governador do DF, Ibaneis Rocha, que renunciou em março para concorrer ao Senado.
(Com Agência Estado)
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