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Economia Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2026, 16:30 - A | A

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Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2026, 16h:30 - A | A

Petróleo fecha em alta com tensões crescentes no Irã e de olho em Venezuela e Ucrânia

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O petróleo fechou em alta nesta segunda-feira, 12, refletindo as preocupações de que o Irã possa reduzir suas exportações após protestos em larga escala terem sido reprimidos com violência pelas autoridades do país.

O petróleo WTI para fevereiro negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex) avançou 0,64% (US$ 0,38), a US$ 59,50 o barril. Já o Brent para março, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE), encerrou em alta de 0,83% (US$ 0,53), a US$ 63,87 o barril.

Pela manhã, os contratos futuros da commodity chegaram a operar em ligeira baixa em meio a diante da possibilidade de ampliação da oferta em contraponto ao recuo do dólar e a apreensões geopolíticas elevadas.

De acordo com os dados mais recentes do grupo ativista de direitos humanos HRANA, foram confirmadas as mortes de 544 pessoas durante os protestos no Irã.

O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, publicou nesta segunda uma charge que retrata o presidente dos EUA, Donald Trump, como um sarcófago em deterioração. Enquanto isso, a União Europeia (UE) informou que está "analisando" a imposição de sanções adicionais contra o país islâmico devido à repressão nas manifestações.

"O mercado de petróleo se fortaleceu nas negociações, à medida que os protestos no Irã se intensificam, aumentando as preocupações com a oferta", explicam analistas do ING.

Apesar da crise, o Irã afirmou nesta segunda-feira que mantém canais de comunicação abertos com os Estados Unidos, enquanto a Casa Branca avalia a oferta do Irã para iniciar negociações nucleares à medida que Trump se inclina a ataques contra o governo islâmico.

Pressionando a oferta, os traders também monitoram o risco de interrupções no fornecimento da Rússia, após ataques da Ucrânia a instalações de energia, além da possibilidade de sanções americanas mais duras contra o setor energético russo. Já na Venezuela, a líder da oposição, María Corina Machado, deve se reunir com o presidente Trump na próxima quinta-feira.

(Com Agência Estado)

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