O Santander destaca ainda que a estatal divulgou resultados financeiros no quarto trimestre de 2025 em linha com o consenso, com cash capex de aproximadamente US$ 6,6 bilhões, ligeiramente acima das expectativas e os dividendos de cerca de US$ 1,5 bilhão, também superando as estimativas do consenso, que previam montante de US$ 1,3 bilhão.
Entre os direcionadores para o resultado da companhia, o Santander pontuou os preços do petróleo acima do esperado, os reajustes consistentes nos preços dos combustíveis e a produção de petróleo acima do previsto.
Em segundo lugar, com cinco indicações, aparecem empatados os papéis da Allos, Itaú e Vale. A Ativa Investimentos explica que optou pelo papel da Allos entendendo o sólido portfólio e dividendos recorrentes, "com um yield perto de 11% para 2026 e um normalizado perto de 8% ao ano", afirmou a Ativa em seu relatório.
Segundo a Ágora Investimentos, que também aposta nas ações da Allos, a tese está ancorada na nova política de dividendos da companhia, com pagamentos mensais de R$ 0,28 a R$ 0,30 por ação em 2026.
"A política é sustentável até 2028, apoiada por R$ 2,1 bilhões em reservas, alavancagem controlada (1,7x Dívida Líquida/Ebitda) e disciplina de capex", explica a Ágora, acrescentando ainda que "os fluxos de projetos multiuso contratados reforçam a visibilidade de caixa. A partir de 2029, a continuidade exigiria recomposição de cerca de R$ 500 milhões. O elevado yield passa a atuar como principal âncora de valuation", conclui a casa.
Na terceira colocação, aparecem as ações da Axia Energia, Copel e Itaúsa, com quatro recomendações cada.
Em seguida, com três recomendações cada, vêm as ações da BB Seguridade, Bradesco, Bradespar, Copasa, Isa Energia e Telefônica Brasil. Com duas indicações cada, a quinta posição ficou com Caixa Seguridade, Cemig, CPFL Energia, Cury e Taesa.
A Daycoval Corretora optou pela manutenção de sua carteira de março para abril, considerando que estão bem posicionados em ativos que combinam alta distribuição dividendos, resiliência operacional e um alto potencial de geração futura de caixa.
Sobre o conflito no Oriente Médio, que trouxe muita volatilidade ao mercado de ações, a corretora afirma que março evidenciou a necessidade de gestão ativa e criteriosa, com atenção ao avanço do conflito, à política monetária, aos preços de combustíveis e ao desempenho setorial nos próximos meses.
(Com Agência Estado)
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