De acordo com a Federação Única dos Petroleiros (FUP), a paralisação, por tempo indeterminado, teve adesão nas unidades da estatal em todo o País.
Ainda na madrugada, o movimento começou com a entrega da operação das plataformas do Espírito Santo e do Norte Fluminense às equipes de contingência da empresa, além da participação integral dos trabalhadores do Terminal Aquaviário de Coari, no Amazonas.
Já às 7 horas, empregados de seis refinarias vinculadas à FUP não teriam realizado a troca de turno - procedimento em que não ocorre a passagem formal da operação para a equipe seguinte, impedindo o revezamento regular e exigindo o acionamento do plano de contingência, conforme os protocolos de segurança.
A mesma situação ocorreu nas refinarias Regap (Betim/MG), Reduc (Duque de Caxias/RJ), Replan (Paulínia/SP), Recap (Mauá/SP), Revap (São José dos Campos/SP) e Repar (Araucária/PR), segundo a FUP.
A FUP afirma que houve repressão ao direito constitucional de greve durante mobilização na Refinaria Duque de Caxias (Reduc), no Rio de Janeiro.
A Petrobras, por sua vez, diz que respeita o direito de manifestação dos empregados e mantém canal permanente de diálogo com as entidades sindicais, independentemente de agendas externas ou manifestações públicas.
A greve tem três eixos centrais: a distribuição justa da riqueza gerada pela Petrobras; o fim dos Planos de Equacionamento de Déficits (PEDs) da Petros, fundo de pensão da categoria; e o reconhecimento da pauta do Brasil Soberano, com a suspensão de desinvestimentos e demissões no setor de exploração e produção (E&P).
A Petrobras afirma que segue empenhada em concluir o acordo na mesa de negociação com as entidades sindicais.
(Com Agência Estado)
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