No discurso, Pan apontou que o aumento dos riscos geopolíticos, as mudanças no ambiente econômico-financeiro internacional e o avanço acelerado da inteligência artificial (IA) têm ampliado a demanda dos investidores por diversificação de portfólio e por inovação. Ele disse que o crescimento econômico "sustentado e estável" da China, assim como a expansão de setores de alta tecnologia dão suporte aos ativos em RMB, citando ainda o tamanho do mercado financeiro chinês e a liquidez como fatores que podem atender à alocação diversificada de investidores globais.
O dirigente afirmou que a China vem ampliando a abertura financeira, com mecanismos que facilitam investimento e financiamento. Segundo o PBoC, investidores estrangeiros acessam o mercado por canais como o Bond Connect e podem gerir liquidez e fazer hedge via operações compromissadas e derivativos. O comunicado também destaca a evolução do mercado offshore, com Hong Kong como principal centro global de negócios em RMB, ampliando produtos e ferramentas de gestão de riscos.
Para a próxima etapa, Pan afirmou que o PBoC pretende reforçar a conectividade entre infraestruturas financeiras domésticas e internacionais, apoiar hubs offshore e elevar o padrão de abertura do mercado financeiro chinês, com ênfase na aceitação e uso de bônus em RMB como colateral no exterior.
*Conteúdo gerado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado
(Com Agência Estado)
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