O documento aponta que o aumento se deu, na maior parte, pela valorização do metal dourado, levando em conta que os preços avançaram cerca de 60% em 2025 e 30% em 2024, ainda segundo o BCE, elevando automaticamente a participação do ouro nas reservas internacionais.
Em meio a alta nos preços, o relatório aponta que a compra do ouro por bancos centrais diminuiu em 2025 para cerca de 850 toneladas - ante mais de 1.000 toneladas por ano entre 2022 e 2024 - mas permaneceu elevada.
Contudo, o ouro enfrenta "limitações" como ativo de reserva, afirma o documento, em comparação com moedas fiduciárias: "seu preço é volátil, não é remunerado ... a oferta de ouro não é totalmente elástica e não se ajusta perfeitamente às mudanças na demanda internacional por liquidez".
(Com Agência Estado)
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