A avaliação feita pelos novos diretores e também pelo diretor-geral do ONS, Márcio Rea, leva em consideração a matriz energética com múltiplas fontes de geração e os desafios de coordenação técnica. Para Dantas, o cenário atual é um "novo momento de inflexão" semelhante à crise hídrica de 2001, o que exige "pessoas capacitadas e valorizadas".
"Instituições fortes não nascem de organogramas, nascem de pessoas comprometidas, reconhecidas e cuidadas. Acredito igualmente na segurança jurídica e na construção de soluções consensuais. A judicialização excessiva consome a energia das instituições, amplia custos, gera insegurança e adia decisões necessárias", destacou.
O entendimento foi compartilhado por Cardeal. "Vamos valorizar intensamente o conhecimento técnico, com capacitação contínua e o desenvolvimento profissional no ONS. A excelência operacional nasce da combinação entre experiência humana, engenharia de alta qualidade e tecnologia de ponta", ressaltou.
Os dois diretores têm mandato de quatro anos, com indicações do MME ratificadas em assembleia, para o quadriênio 2026-2030.
(Com Agência Estado)
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