Pelo acordo, a empresa fará operações de pull-out e o recolhimento de linhas flexíveis e umbilicais. O escopo inclui inspeções submarinas, cortes, desconexões e intervenções consideradas complexas, com uso de embarcação do tipo MPSV (Multipurpose Support Vessel), ROVs (veículos submarinos operados remotamente), guindaste de grande capacidade e equipamentos para recolhimento, manuseio, armazenamento e intervenção subsea.
A execução reunirá diferentes unidades de negócio da OceanPact. A Engenharia Submarina ficará responsável pelos estudos técnicos e o planejamento operacional, enquanto a unidade de Subsea e descomissionamento conduzirá a operação dos ROVs, das ferramentas, das inspeções e da planta de recolhimento das linhas.
Já a divisão de Navegação atuará com as embarcações dedicadas ao projeto. A EnvironPact, por sua vez, responderá pelos estudos ambientais, pela gestão de riscos e pelas diretrizes de SMS (Segurança, Meio Ambiente e Saúde) previstas para a operação.
Segundo o diretor Comercial, Marketing e responsável pela área de descomissionamento da OceanPact, Erik Cunha, a companhia aposta em um modelo integrado para ganhar eficiência e elevar a segurança em todas as etapas.
"Nosso modelo operacional baseado na integração resulta em eficiência e maior segurança em todas as fases do projeto, da concepção à destinação final, incluindo iniciativas voltadas ao desmantelamento, reciclagem e economia circular, quando aplicável", afirmou Cunha em nota.
Em setembro, a empresa fechou um acordo de mais de R$ 1 bilhão com a Trident Energy para descomissionamento no modelo EPRD (Engenharia, Preparação, Recolhimento e Destinação Final), também na bacia de Campos, além de revitalização de estrutura subsea.
(Com Agência Estado)
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