Em um discurso para líderes empresariais nesta quarta-feira, 2, ele disse que este ano representa uma "mudança de regime", na qual os aumentos das taxas não são realizados em um ritmo fixo, mas sim "conduzidos de maneira ágil e dependente de dados, em resposta ao ambiente econômico e de preços doméstico, refletindo particularmente as tendências externas".
Takata, considerado um dos membros mais favoráveis a uma política monetária mais restritiva, propôs elevar a taxa básica de juros para 1,25% na reunião de julho. A proposta foi rejeitada por 8 votos a 1, mantendo a taxa em 1%, patamar em que se encontra desde junho.
"Com a inflação subjacente aproximando-se da meta de 2% do banco central, a instituição precisa levar a taxa básica para um nível que não seja nem estimulante nem restritivo para a economia, a fim de evitar efeitos de segunda ordem na alta dos preços", disse Takata. Fonte: Dow Jones Newswires.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.M
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.









