Segundo o comitê, as incertezas permanecem, sobretudo aquelas associadas aos eventos geopolíticos, ao reposicionamento das políticas econômicas, às perspectivas de retorno dos investimentos em inteligência artificial e aos seus impactos sobre os ritmos de crescimento da atividade e da inflação.
Somam-se a essas incertezas aquelas relacionadas aos níveis de equilíbrio das taxas de juros no longo prazo, à sustentabilidade fiscal de economias centrais e à valorização dos ativos de risco, disse.
O colegiado também afirmou que está atento à evolução dos cenários doméstico e internacional e segue preparado para atuar, de forma a minimizar eventual contaminação desproporcional sobre os preços dos ativos locais.
"O Comitê segue entendendo que políticas macroeconômicas que aumentem a previsibilidade fiscal, que reduzam os prêmios de risco e a volatilidade dos ativos contribuem para a estabilidade financeira e, consequentemente, melhoram a capacidade de pagamento dos agentes", disse.
(Com Agência Estado)
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