Segundo o ministro, o projeto é neutro quando se olha para 2026 e 2027. "Vale lembrar, foi uma alternativa a um projeto que tinha um impacto fiscal para nós mais severo, que era um projeto que indexava o orçamento da defesa à receita corrente líquida", recordou.
"A discussão é se essas despesas vão ser feitas em 2026 ou em 2027. Quando a Câmara voltar do recesso legislativo, a gente se dedica muito a esse diálogo permanente com a Câmara, com o presidente Hugo Motta, da Câmara", disse. "A elaboração do projeto é tal que, de novo, entre 2026 e 2027, ele é neutro. Se trata apenas de saber se as despesas vão ser realizadas em 2026 ou em 2027. Se forem realizadas em 2026, haverá redução dos valores em 2027. Se não forem realizadas em 2026, a previsão desse volume, que gira em torno de R$ 2,5 bilhões, fica para 2027. Esse é o debate", acrescentou.
Moretti reconheceu se tratar de um investimento estratégico de defesa e sustentou que o importante é que o projeto não aumenta o volume das despesas. "É importante lembrar que ele não muda substantivamente o cenário fiscal entre 2026 e 2027, dado a neutralidade. (...) Se houvesse um aumento do volume de despesas, na prática, acho que a gente já colocaria aqui uma previsão ou uma posição contrária", completou.
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.








