O risco apontado pelo ministro é a eventual utilização desses recursos para bancar outras despesas, além do programa de renegociação de dívidas. Ou seja, na argumentação dele há risco de utilização do uso irregular desses recursos. O tema está sendo discutido agora no plenário.
Alencar Rodrigues classificou a situação como "grave" e disse ainda que há comprometimento da credibilidade da política pública. "Nós não estamos inviabilizando o programa na sua espinha dorsal. Tudo que foi feito até o presente momento está salvaguardado", declarou Rodrigues.
Ele também ressaltou que qualquer nova utilização de recursos deve ser recolhida na conta única do Tesouro.
(Com Agência Estado)
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