"Se você deixa de indexar, deixa de deixar isso ligado aos benefício previdenciários, você vai deixando o aposentado para trás. E não é justo...Então nós somos absolutamente favoráveis, primeiro, à vinculação do salário mínimo com os benefícios previdenciários e assistenciais, segundo, nós somos favoráveis ao ganho real do salário mínimo", afirmou ele, dizendo considerar dramático o cenário sem a vinculação.
Queiroz disse ainda que deve zerar a fila do INSS nos próximos dias, em setembro. Segundo ele, isso foi possível com mais tecnologia, com bônus para os servidores do órgão por produtividade e mobilização de todo o governo para agilizar o atendimento pelo País.
Perguntado se houve alguma demanda para que a fila fosse zerada antes das eleições, ele negou. Disse que o compromisso era uma promessa de campanha do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
"O que houve foi uma decisão do presidente, uma promessa de campanha e uma promessa ao parlamento de chegar ao final do governo com a fila zerada... nós agora estamos com os novos peritos de métodos federais atuando 100%. Então, é uma curva natural que tem acontecido, não tem nada a ver com a eleição. Sobre outro assunto também, que é o orçamento", completou ele.
Sobre a curva de crescimento das despesas obrigatórias da Previdência, o ministro afirmou que, se é preciso mais dinheiro para custear o tema, é uma necessidade do Brasil honrar com isso.
"Então, se é necessário mais dinheiro para custear isso, então é uma necessidade do Brasil, da sociedade, de agir solidariamente com aqueles que mais precisam. É assim que funciona a Previdência Social", disse ele.
(Com Agência Estado)
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