Musalem avaliou que metade do excesso da inflação tem origem nas tarifas, mas ponderou que o efeito dessas medidas sobre os preços diminuirá ao longo do ano.
Para o dirigente, trazer a inflação de volta à meta ajudará a sustentar a expansão. "Levar a inflação de volta à meta pode impulsionar o crescimento", disse, acrescentando que o movimento "ajudará o consumo e poderá reduzir a taxa de juros de 10 anos".
Sobre a atividade, o dirigente descreveu o mercado de trabalho como ainda resiliente, mas em moderação. "O mercado de trabalho está arrefecendo de forma ordenada", afirmou.
Ele prevê que a taxa de desemprego se estabilizará perto de 4,3% ou 4,4%, embora tenha alertado que o mercado está vulnerável a um aumento nas demissões.
Musalem também destacou que as condições financeiras permanecem acomodatícias, com desregulação e 'ventos fiscais favoráveis" contribuindo para o cenário.
Por fim, comentou que Kevin Warsh, indicado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, para o comando do Fed, é "altamente qualificado" para presidir o banco central.
(Com Agência Estado)
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