Lula disse os combates decorrem de divergências políticas que, na avaliação dele, não precisariam evoluir para uma guerra. Ele relembrou que, diante da situação, o Irã bloqueou rotas importantes, o que tem provocado falta de diesel e "elevação dos preços do combustível no mundo todo".
O presidente afirmou que o Brasil importa 30% do diesel que consome, o que contribui para o impacto da alta internacional no mercado interno.
Em relação aos preços, Lula reiterou que o governo federal adotou medidas para conter reajustes, incluindo a redução de PIS/Cofins equivalente a cerca de R$ 0,32 por litro de diesel, com o objetivo de evitar aumentos por parte da Petrobrás.
Segundo ele, também houve articulação com governadores para que não elevem o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o combustível.
"Mas o que acontece? Tem gente de má-fé neste país que está aumentando preço mesmo assim. Então nós estamos com a Polícia Federal, com os Procons dos Estados, fiscalizando tudo. Porque nós vamos ter que colocar alguém na cadeia", disse o presidente da República. "A minha ordem é fiscalizar estrada, posto de gasolina e distribuidora."
Lula afirmou ainda que o governo pretende adotar todas as medidas necessárias para conter o aumento do diesel, dizendo que "vai brigar" para evitar reajustes e que fará "todo e qualquer sacrifício" nesse sentido.
Ele também mencionou o acordo de subvenção ao diesel com os Estados, negociando divisão do custo da medida entre União e governos estaduais.
(Com Agência Estado)
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