"Este é um sinal diplomático claro para todos aqueles que buscam sequestrar vias navegáveis em benefício próprio", apontou Kallas em post no X. "Quero agradecer a todos os países que aderiram e convidar outros a se juntarem a nós", completou.
Segundo a líder, a navegação internacional "deve permanecer aberta a todos, não apenas àqueles que podem pagar". As afirmações foram feitas em meio ao conflito entre Estados Unidos e Irã no Oriente Médio, que tem causado interrupções no fluxo marítimo desde seu início, em 28 de fevereiro.
De acordo com o site oficial do serviço diplomático da União Europeia, o compromisso agora conta com o apoio de todos os Estados-Membros da UE, além de países de todo o mundo, incluindo Austrália, Bahrein, Benim, Cabo Verde, Camboja, Camarões, Canadá, Ilhas Cook, Fiji, Gabão, Honduras, Islândia, Japão, Jordânia, Kiribati, Lesoto, Libéria, Mauritânia, Montenegro, Nova Zelândia, Macedônia do Norte, Noruega, Omã, Palau, Filipinas, República da Coreia, São Tomé e Príncipe, Singapura, Sri Lanka, Suíça, Turcomenistão, Reino Unido e Iêmen.
(Com Agência Estado)
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