O resultado de junho ficou dentro das estimativas de instituições de mercado consultadas pelo Projeções Broadcast, que variavam de 0,12% a 0,24%, mas abaixo da mediana, de 0,21%.
No primeiro semestre de 2026, o IPC-Fipe acumulou inflação de 2,11%. Em 12 meses até junho, o índice registrou alta de 3,92%, abaixo da mediana projetada de 3,95% e acelerando em relação ao ganho de 3,65% no período encerrado em maio.
Em junho, três dos sete componentes do IPC-Fipe perderam força: Habitação (de 0,53% em maio para 0,34%), Alimentação (de 1,14% para 0,13%) e Despesas Pessoais (de 0,31% para -0,03%).
Por outro lado, houve aceleração de maio para junho em Transportes (de -0,65% para 0,10%), Saúde (de 0,05% para 0,31%), Vestuário (de 0,18% para 0,31%) e Educação (de -0,03% para 0,11%).
Veja abaixo como ficaram os componentes do IPC-Fipe em junho:
- Habitação: 0,34%
- Alimentação: 0,13%
- Transportes: 0,10%
- Despesas Pessoais: -0,03%
- Saúde: 0,31%
- Vestuário: 0,31%
- Educação: 0,11%
- Índice Geral: 0,18%
(Com Agência Estado)
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