Segunda-feira, 29 de Junho de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Economia Segunda-feira, 29 de Junho de 2026, 11:00 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Segunda-feira, 29 de Junho de 2026, 11h:00 - A | A

Governo lança Desenrola Adimplentes com taxa de juros máxima de 1,99% ao mês

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lançou nesta segunda-feira, 29, uma nova fase do programa de renegociação de dívidas Desenrola, desta vez voltada para trabalhadores informais que estão com os débitos em dia, mas pagando juros altos. A ação foi batizada como "Desenrola Adimplentes."

Como antecipou o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), o programa vai atender somente a trabalhadores sem vínculo formal de trabalho - ou seja, excluindo celetistas, servidores públicos, pensionistas e aposentados - com dívidas de até R$ 15 mil em operações de crédito pessoal sem consignação.

Pode aderir quem tiver pelo menos quatro parcelas já pagas em uma operação que está em dia ou com, no máximo, 90 dias de atraso. A ideia é que a nova operação sirva para quitar a anterior e viabilizar juros menores.

Os juros das operações renegociadas vão ser limitados a, no máximo, 1,99% ao mês, pouco menos de 27% ao ano - em abril, o último dado disponível na série do Banco Central, a taxa média de juros do crédito pessoal sem consignação era de 125,1% ao ano, pouco menos de 7% ao mês.

Originalmente, o Ministério da Fazenda estudava limitar a taxa de juros das operações a um nível entre 3,49% e 3,99% ao mês, o equivalente a 50% e 60% ao ano.

Para viabilizar as renegociações, o Fundo Garantidor de Operações (FGO) vai garantir 100% de cada operação, até o limite de 50% da carteira dos bancos. Esse funding vai servir como uma fonte parcial para as operações.

Com a renegociação, o beneficiário terá prazo equivalente ao remanescente da dívida original, com a possibilidade inclusive de ampliar o prazo máximo em seis meses. Os trabalhadores que aderirem poderão ter um crédito adicional de até 50% do saldo devedor da dívida original. A prestação fica limitada a 90% do que era na dívida original.

Durante o lançamento, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que a medida vai permitir que os informais adimplentes tenham "pela primeira vez, uma taxa decente" para reperfilar as dívidas.

(Com Agência Estado)

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão. 

 

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros