Para 33% a economia está do mesmo jeito em relação a um ano atrás, alta de 3 pp em relação a maio. Já 20% dizem que a economia melhorou nos últimos 12 meses, queda de 2 pp em relação à maio, no limite da margem de erro.
Um dos elementos que podem ajudar a explicar essa percepção sobre a economia em geral é o preço dos alimentos. Para 69% dos entrevistados, o preço aumentou nos últimos 12 meses; 22% disseram que o preço se manteve igual e apenas 7% afirmaram que o preço dos alimentos caiu.
Para 67% dos entrevistados, o poder de compra do brasileiro hoje é menor do que há um ano. Outros 19% veem esse poder de compra como igual, enquanto apenas 13% avaliam que é maior do que há 12 meses.
Os pesquisadores também mediram a percepção dos eleitores quanto à busca por empregos. Para 53% dos entrevistados está mais difícil conseguir um emprego hoje do que há um ano; para 36% está mais fácil, enquanto outros 6% disseram que a situação está igual há um ano.
Ainda segundo o levantamento, 39% avaliam que a economia deve melhorar daqui um ano, contra 29% que acreditam que a economia irá piorar no período. Outros 26% dizem que a economia estará igual nos próximos 12 meses.
A margem de erro estimada é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada entre os dias 5 e 8 de junho, com 2.004 entrevistas presenciais. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07661/2026.
(Com Agência Estado)
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