Segundo ele, os preços dos ativos vinham refletindo uma expectativa de vitória de Bolsonaro e, com ela, a perspectiva de maior disciplina fiscal. Com o resultado eleitoral contrariando esse cenário, a desmontagem dessas posições pode provocar um movimento intenso de venda no curto prazo.
Ainda assim, Daswani argumenta que os fundamentos estruturais para investir no Brasil permaneceriam válidos após o ajuste inicial: o país segue oferecendo juros nominais e reais excepcionalmente elevados, tem forte exposição a commodities e ocupa uma posição cada vez mais relevante na oferta de minerais críticos, tema que tende a ganhar importância em cadeias globais de energia e tecnologia.
O analista também destaca um fator político que, na sua visão, limita mudanças bruscas de direção econômica: o Congresso brasileiro seria consideravelmente mais conservador do que o presidente, reduzindo o espaço para uma guinada acentuada à esquerda na política econômica. Ele cita que a direita detém cerca de 59% das cadeiras na Câmara dos Deputados e mais de 64% no Senado, enquanto o partido de Bolsonaro é a maior força na Câmara. Dow Jones Newswires
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.









