"O País não suporta um impacto dessa magnitude, independente do mérito dessas matérias", disse ele em entrevista ao SBT News. Em seguida, ele afirmou que ainda está sendo levantado o impacto exato das várias matérias, "mas com segurança ultrapassa R$ 200 bilhões, mais de 2% do PIB".
Ele defendeu o diálogo e colocar os atores na mesa para evitar problemas com as chamadas "pautas-bomba" lá na frente.
"Temos uma trajetória de dívida que inspira cuidados, a gente tem que zelar por ela, acrescentar impacto de 2%, 3%, 4% do PIB num momento como esse tem potencial para desestruturar todo o equilíbrio macroeconômico que existe hoje", sustentou. E acrescentou que poderá haver impacto relevante sobre o câmbio e também traria um impacto inflacionário "gigantesco".
(Com Agência Estado)
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