Segundo ela, as expectativas de inflação globais estão ancoradas, mas os bancos centrais devem permanecer vigilantes. Em coletiva de imprensa, Kozack pontuou que os países africanos, especialmente os com limite fiscal apertado, e grandes importadores de energia sofrerão os maiores impactos do choque de energia.
Sobre o Líbano, a diretora comentou que o país vive situação delicada e não descartou a possibilidade de um programa de reformas apoiado pelo FMI. É esperada uma contração do Produto Interno Bruto (PIB) do país este ano.
Ao ser perguntada sobre a Argentina, Kozack disse que a nação latino-americana está fazendo progresso para a resiliência econômica e que o FMI está confiante de que as autoridades vão seguir a ancora fiscal e a reconstruir os colchões de capital. "Inflação está caindo, reservas estão sendo reconstruídas e a economia está crescendo", acrescentou.
Ela ainda destacou que a decisão de manutenção de juros pelo Federal Reserve (Fed) na semana passada foi "apropriada", já que a inflação deve chegar na meta de 2% no fim de 2027.
Kozack também prestou condolências à Venezuela após o terremoto que atingiu o país na noite de ontem e que a instituição está monitorando a situação para rever as necessidades.
(Com Agência Estado)
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