"A queda discreta do ICE em fevereiro pode ser interpretada como uma calibragem da trajetória de alta da confiança empresarial iniciada em setembro passado. Pelo lado das expectativas, é possível que a manutenção da taxa Selic ao final em janeiro também tenha contribuído para o resultado, uma vez que a perspectiva de abrandamento da política monetária vinha sendo um dos fatores a sustentar a recuperação gradual do otimismo entre as empresas nos meses anteriores", avaliou o pesquisador Aloisio Campelo Jr., do Ibre/FGV, em nota oficial.
O Índice de Situação Atual Empresarial (ISA-E) recuou 0,2 ponto, para 92,8 pontos. O componente que mede a demanda no momento presente caiu 0,8 ponto, para 93,5 pontos, mas a satisfação com a situação dos negócios avançou 0,5 ponto, para 92,2 pontos.
Já o Índice de Expectativas Empresariais (IE-E) caiu 0,2 ponto, para 92,1 pontos. Dentro do IE-E, o otimismo com a demanda nos próximos três meses diminuiu 0,3 ponto, para 92,3 pontos, e as projeções para os negócios em seis meses recuaram 0,1 ponto, a 92,1 pontos.
Três dos quatro grandes setores mostraram queda na confiança em fevereiro: Comércio, -4,0 pontos; Indústria, +0,6 ponto; Construção, -2,5 pontos; e Serviços, -0,7 ponto. Em fevereiro, 47% dos 49 segmentos pesquisados reportaram alta da confiança.
A coleta de dados para a edição de fevereiro ocorreu entre 3 e 23 do mês.
*Conteúdo elaborado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.


