Terça-feira, 13 de Outubro de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Economia Terça-feira, 13 de Outubro de 2026, 18:00 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Terça-feira, 13 de Outubro de 2026, 18h:00 - A | A

Fed: Collins defende mais alta de juros este ano para garantir retorno da inflação para meta

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

A presidente do Federal Reserve (Fed) de Boston, Susan Collins, disse nesta terça-feira, 13, que considera "oportuno" aumentar um pouco mais as taxas de juros antes do final do ano, a fim de garantir um retorno duradouro da inflação à meta de 2% estabelecida pelo banco central.

Na 25ª Conferência Anual de Bancários Regionais e Comunitários, Collins afirmou acreditar que seja apropriado focar no aspecto da inflação do duplo mandato, já que as condições gerais do mercado de trabalho estão estáveis. A dirigente, entretanto, pontuou que a adoção da inteligência artificial (IA) pode limitar a demanda das empresas por trabalhadores.

"Embora os dados recentes sobre a inflação tragam algumas notícias promissoras, outros desenvolvimentos têm sido menos favoráveis", frisou, acrescentando que está observando até que ponto pressões estão presentes nos dados.

"Espero que a inflação fique acima da meta nos próximos meses, considerando o recente aumento nos preços de produtos energéticos refinados, como combustível de aviação e diesel, e óleo para aquecimento doméstico". Segundo ela, uma pressão também pode vir de itens relacionados à construção de centros de dados.

Ainda assim, a dirigente acredita que a inflação retornará eventualmente para a meta, à medida que os ganhos contínuos de eficiência sustentam o equilíbrio entre demanda e oferta e contribuem para a desinflação. De acordo com ela, a economia dos EUA tem demonstrado uma resiliência notável, apesar dos choques adversos significativos decorrentes das tarifas e do setor energético.

Uma possível preocupação de Collins, todavia, é que a aceleração do PIB possa refletir um aumento na demanda, que pode sobrecarregar a oferta e exercer pressão de alta sobre os preços.

(Com Agência Estado)

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão. 

 

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros