Como de costume em dias de Copa, a carga cai no início do jogo, com um repique de consumo durante o intervalo, quando torcedores/consumidores aproveitam para abrir a geladeira ou preparar alguma coisa antes do segundo tempo, volta a cair na segunda metade da partida e tem uma escalada após o fim do jogo.
No sábado, cerca de uma hora antes do jogo, a carga observada no SIN chegou a um pico de 91.464 MW, até superior ao observado na data de referência, baixou a 84.393 MW no início da partida e seguiu baixando até 78.821 MW no fim do primeiro tempo.
No intervalo da partida, às 19h55, a demanda cresceu 3,6%, ou 2.826 MW em 8 minutos, montante que equivale à demanda média do Estado de Goiás. A demanda voltou a cair no segundo tempo, chegando à mínima de 75.366 MW antes do fim do jogo.
Com o apito final, foi observada uma elevação da carga da ordem de 5,7%, ou 4.307 MW em 21 minutos, o que equivale à carga média do Estado do Rio Grande do Sul.
Por volta das 21h40, a carga retornou ao comportamento típico observado para um sábado, com carga de 79.573 MW.
"Estamos preparados para os próximos desafios da seleção, assim como os principais jogos, como a final, no dia 19 de julho. O ONS trabalha para monitorar o comportamento da carga e adotará todas as medidas necessárias para que os brasileiros possam torcer com a confiança de que o fornecimento de energia estará garantido", afirmou, em nota, o diretor-geral do ONS, Marcio Rea.
(Com Agência Estado)
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