"As iniciativas para aumentar a eficiência operacional continuarão em todo o grupo, mas não serão anunciadas separadamente", afirmou a empresa nesta quinta-feira, 15. As negociações com os sindicatos suecos já começaram.
A companhia anunciou uma série de demissões nos últimos anos como parte de um processo mais amplo de reestruturação e de ajuste à desaceleração dos pedidos de equipamentos de rede, seu principal negócio. Esses cortes incluíram 1.400 vagas na Suécia em 2023 e outras 1.200 no país em 2024.
O setor vem enfrentando uma desaceleração nos gastos com 5G, à medida que alguns grandes clientes concluíram as implantações iniciais da tecnologia móvel, enquanto operadoras de rede também têm hesitado em investir diante de um cenário econômico incerto. "O mercado de redes móveis ainda não apresenta crescimento e as pressões inflacionárias devem continuar", disse um porta-voz nesta quinta-feira. "Isso significa que precisamos trabalhar nos nossos custos."
Os fornecedores também têm lidado com obstáculos decorrentes das tarifas dos EUA, sendo que a maior parte da exposição da Ericsson vem da compra de componentes e materiais. Em seu balanço mais recente, a empresa afirmou que ações de eficiência de custos estão ajudando a melhorar a rentabilidade, mas voltou a apontar o aumento da incerteza em relação às perspectivas, tanto pelo potencial de novas mudanças tarifárias quanto pelo ambiente macroeconômico mais amplo.
A Ericsson tem cerca de 90 mil funcionários no mundo, dos quais pouco menos de 13 mil estão na Suécia. Fonte: Dow Jones Newswires.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado
(Com Agência Estado)
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