O pesquisador disse que, nesta época do ano, costuma haver um movimento sazonal de redução nos preços do grupo, que nem sempre significa variação negativa, mas costuma aliviar a composição do índice.
Gonçalves atribuiu a queda a uma oferta maior de produtos in natura, favorecida por condições climáticas mais propícias em parte do período, o que teria impulsionado produção e escoamento. "O clima, em algum momento, ficou mais favorável. Trouxe uma oferta maior, fazendo impacto na redução dos preços", disse.
A alimentação fora do domicílio acelerou de 0,15% em junho para 0,55% em julho. Gonçalves avaliou que o avanço pode refletir pressão de demanda típica das férias e também custos indiretos. "Pode ter uma pressão de demanda por conta do período de férias", afirmou.
(Com Agência Estado)
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