A ata aponta que, na decisão de abril, foi ressaltado que os mercados financeiros aumentaram significativamente as expectativas de aperto monetário desde o início do conflito e que vários dirigentes não teriam se oposto a uma alta de juros.
O documento destaca que os riscos de alta para a inflação e os de baixa para o crescimento da zona do euro se intensificaram com a continuidade da guerra e alerta que a fragilidade econômica pode persistir "muito além" do fim do conflito. Segundo o BCE, mesmo com um desfecho definitivo da situação geopolítica, os preços de energia não cairiam imediatamente, o que torna "cada vez menos provável ignorar o choque de preços sem uma ação de política monetária".
"Além do impacto altista do choque energético sobre a inflação, a economia já vinha apresentando sinais de fragilidade, freada pela persistente incerteza, com a queda nos indicadores de confiança e sentimento ressaltando os significativos riscos de baixa para o crescimento econômico", enfatizou.
Ainda segundo o BCE, os mercados seguem precificando um impacto inflacionário notável e sustentado da guerra e que o choque nos preços de energia provocado pelo conflito "é grande e persistente".
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.







