"A ideia é que a gente pactue com os diferentes setores que vão ser impactados pelo imposto seletivo, de maneira a fazer um processo em que comecemos sem grandes discussões de imposto seletivo, mantendo a carga que hoje eles têm no IPI", disse o ministro, durante entrevista ao Jota.
A princípio, a ideia é que as reuniões com os setores ocorram em duas semanas, após uma viagem do ministro à China entre os dias 20 e 28. Durigan também deve conversar com líderes do Congresso para buscar um encaminhamento da proposta no Legislativo. A "virada de chave" precisa ser definida ainda em 2026.
"A proposta tem de ser encaminhada este ano, em comum acordo com os setores e os líderes do Congresso, a tempo de cumprir a noventena", disse o ministro. "Se a gente tiver um bom acordo com os setores e com os líderes do Congresso, a gente encaminha esse tema para ser votado, para ser apresentado antes da eleição e votado depois da eleição."
(Com Agência Estado)
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