Paulson destacou que o impacto ocorre em um contexto em que a inflação tem se mantido elevada, o que torna a economia mais vulnerável a novos choques. Nesse ambiente, ela alertou para o risco de transmissão mais rápida dos preços de energia. "Há mais risco de uma mudança mais rápida dos preços do petróleo para as expectativas de inflação", disse, acrescentando que "há o risco de que uma série de choques de oferta eleve a inflação."
Apesar dessas pressões potenciais, a dirigente apontou sinais de moderação no mercado de trabalho.
Segundo ela, a economia não está criando muitos empregos neste momento, e as pressões salariais permanecem contidas, o que "reduz a preocupação" com a inflação. Ainda assim, a leitura geral é de enfraquecimento gradual. "Enfraquecendo, mas sem quebrar, ainda é a melhor forma de ver o mercado de trabalho", afirmou.
Na mesma linha, Paulson foi mais direta ao avaliar que o mercado de trabalho "não parece robusto", mas sim "frágil".
Por outro lado, ressaltou que um elemento central de estabilidade segue preservado: "é muito valioso que as expectativas de inflação de longo prazo estejam ancoradas", o que ajuda a limitar a propagação de choques no cenário atual.
(Com Agência Estado)
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