As influências negativas mais importantes foram assinaladas por produtos do fumo (-23,4%), que interrompeu quatro meses seguidos de expansão, produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-5,5%) e indústrias extrativas (-0,7%), com o quarto resultado negativo consecutivo.
O IBGE apontou que os demais impactos negativos relevantes sobre o total da indústria vieram de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-4,0%), produtos de borracha e de material plástico (-1,8%), confecção de artigos do vestuário e acessórios (-3,3%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-0,4%), produtos de metal (-1,6%) e outros equipamentos de transporte (-2,9%).
Já entre as nove atividades que mostraram avanço na produção em agosto de 2026, a de produtos alimentícios (1%) exerceu a principal influência positiva, com a segunda taxa positiva mensal consecutiva.
O IBGE também destacou as contribuições positivas dos setores de produtos diversos (8,4%), de produtos químicos (0,9%) e de metalurgia (0,8%).
Todas as grandes categorias pesquisadas recuaram no mês. Bens de capital caiu 0,6%, Bens Intermediários recuou 0,2%) e Bens de Consumo teve queda de 1,5%, com recuo de 1% nos bens duráveis e de 1,7% no semi e não duráveis.
(Com Agência Estado)
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