Segundo a Pasta, o valor médio dos empréstimos concedidos é de R$ 11.895,36, com parcelas mensais em torno de R$ 245,90. A taxa média de juros praticada pelo programa ficou em 3,2% ao mês.
"O programa é um sucesso. Ele democratizou o acesso ao crédito e passou a atender trabalhadores e trabalhadoras que recebem um ou dois salários mínimos, que antes estavam excluídos desse mercado", disse o ministro do Trabalho, Luiz Marinho.
Segundo ele, uma parcela expressiva dos empréstimos foi para pessoas com renda de até quatro salários mínimos.
O Crédito do Trabalhador permite que trabalhadores celetistas, domésticos, rurais, empregados de microempreendedores individuais (MEI) e diretores não empregados com direito ao FGTS solicitem o crédito. A modalidade permitiria substituir dívidas com juros elevados por crédito consignado com taxas mais baixas.
Marinho afirmou que não haverá tolerância com juros altos no programa: "Não vamos permitir juros altos. Com o programa, trabalhadores e trabalhadoras estão conseguindo sair das mãos do agiota e de modalidades de crédito extremamente onerosas, como o CDC, o rotativo do cartão de crédito e o cheque especial, que cobram, em média, 11,2% ao mês."
(Com Agência Estado)
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