Com isso, os embarques de soja dos EUA para o mercado chinês continuam sujeitos à sobretaxa retaliatória de 10%, somada à alíquota de 3% de Nação Mais Favorecida (MFN).
Em contrapartida, cerca de 90% dos itens incluídos na lista chinesa devem voltar aos níveis de MFN após a conclusão dos trâmites legais em ambos os países, com isenção das tarifas adicionais acumuladas nos últimos anos.
O alívio anunciado por Pequim abrange milho, trigo, sorgo, carnes bovina, suína e de aves, lácteos e derivados como óleo de soja e farelo de soja.
A operacionalização das novas alíquotas ficará a cargo do recém-criado Conselho de Comércio EUA-China, chefiado pelo secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, pelo representante de Comércio dos EUA (USTR), Jamieson Greer, e pelo vice-primeiro-ministro chinês, He Lifeng.
O regulamento do conselho prevê a criação de um Grupo de Trabalho de Agricultura, com 1ª reunião prevista até o fim do ano, para monitorar fluxos do setor e propor ajustes periódicos nas listas. Não foi informado quando o acordo entrará em vigor.
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.









