Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,29%, a 10.589,99 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,35, a 24.150,54 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,14%, a 8.262,70 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,27%, a 48.026,94 pontos. Em Madri, o Ibex 35 caiu 0,48%, a 18.098,10 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 cedeu 1,21%, a 9.232,52 pontos. As cotações são preliminares.
O Brown Brothers Harriman afirma a expectativa de uma solução diplomática entre EUA e Irã segue ditando o humor do mercado, especialmente se houver garantia de navegação no Estreito de Ormuz. A Macquarie, contudo, alerta que o cessar-fogo permanece frágil e pode se deteriorar sem avanços no programa nuclear iraniano.
A inflação da zona do euro foi revisada para cima, a 2,6% em março, refletindo impactos do conflito. A Capital Economics ainda prevê que o índice deva acelerar a 3% em abril. O PIB do Reino Unido, por sua vez, surpreendeu positivamente em fevereiro.
Entre ações, o setor tech (+1,6%) foi um dos destaques do dia, enquanto companhias aéreas (-1,3%) ficaram sob pressão. A easyJet recuou cerca de 5,8% após alertar para perdas e aumento de custos com combustível, enquanto a KLM cedeu perto de 3,7% após anunciar cortes de voos. A Lufthansa caiu cerca de 3,1%.
Por outro lado, petroleiras como TotalEnergies (+0,8%) avançaram com a perspectiva de preços mais altos de energia. A Repsol subiu quase 2,2% após acordo para ampliar produção na Venezuela. No setor bancário, o Monte dei Paschi subiu 2,3% após decisão de governança que reconduziu seu CEO.
*Com informações da Dow Jones Newswires
(Com Agência Estado)
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