Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,32%, a 10.461,95 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 1,13%, a 25.222,06 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,79%, a 7.897,19 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,49%, a 50.483,21 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,18%, a 19.038,80 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 caiu 0,63%, a 9.416,78 pontos. As cotações são preliminares.
Nos EUA, foram criadas 29 mil vagas em setembro, abaixo da mediana de 85 mil do Projeções Broadcast, e a taxa de desemprego subiu a 4,2%. Para o Jefferies, o dado praticamente elimina a possibilidade de alta dos juros pelo Fed neste mês. Na zona do euro, a inflação anual acelerou a 3,8% em setembro, acima do esperado, mas a Capital Economics ainda prevê que o BCE espere até dezembro para elevar os juros.
Entre as ações, fabricantes de chips tiveram destaque, com o subíndice do setor tech em alta de 2,6%, em meio ao otimismo com a demanda ligada à inteligência artificial (IA) e após relato de que a Samsung elevou preços de memórias. Infineon avançou 8,2%, ASM International subiu 5,6%, enquanto ASML (+3,5%) e STMicroelectronics (+6%) também fecharam em alta.
Em Londres, Glencore subiu 3% após elevar uma projeção de longo prazo. Já a Volvo cedeu 1,6% em Estocolmo depois de abandonar sua projeção anual, diante da fraqueza do mercado automotivo chinês e da recuperação lenta nos EUA. A IG Group despencou 22,2% após atualização de negócios.
O G7 anunciou a liberação coordenada de 100 milhões de barris de estoques estratégicos em quatro meses, com prioridade ao diesel nos primeiros 20 dias, além de medidas para ampliar o refino e garantir a navegação pelo Estreito de Ormuz. O subíndice do setor europeu de energia subiu 0,4%.
*Com informações da Dow Jones Newswires
(Com Agência Estado)
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