A receita cresceu 4%, para US$ 24,18 bilhões, acima das projeções de US$ 23,95 bilhões, refletindo principalmente o maior volume nos segmentos de defesa e serviços, além de uma composição menos favorável das entregas comerciais.
A companhia informou fluxo de caixa operacional de US$ 1,49 bilhão, ante US$ 1,123 bilhão um ano antes, e fluxo de caixa livre positivo de US$ 464 milhões, acima dos US$ 238 milhões registrados no terceiro trimestre de 2025.
A carteira de pedidos atingiu o recorde de US$ 745 bilhões, incluindo mais de 6.300 aviões comerciais.
A divisão de aviões comerciais teve queda de 3% na receita, para US$ 10,72 bilhões, com 161 entregas, ante 160 um ano antes.
Já na divisão de Defesa, Espaço e Segurança, a receita avançou 15%, para US$ 7,93 bilhões, e o segmento registrou lucro operacional de US$ 492 milhões.
Às 8h47 (de Brasília), no pré-mercado de Nova York, a Boeing tinha alta de 0,8%, após reação inicial negativa.
(Com Agência Estado)
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