O desempenho reflete, principalmente, o começo da produção local de insulina na planta de Nova Lima (MG) e os primeiros faturamentos relevantes no âmbito das Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDPs) com o Ministério da Saúde, que ganharam tração ao longo do segundo semestre e, sobretudo, no quarto trimestre.
De outubro a dezembro do ano passado, o Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização (Ebitda) totalizou R$ 35,4 milhões, revertendo resultado negativo de R$ 22,1 milhões um ano antes. Considerando o ano, o Ebitda da empresa totalizou R$ 3,0 milhões, revertendo resultado negativo de R$ 49,3 milhões observado em 2024.
A receita líquida da empresa no quarto trimestre foi de R$ 166,8 milhões, elevação de 316,9% na mesma base comparativa. Em 12 meses, a receita totalizou R$ 269,3 milhões, alta de 88,4% em um ano.
Segundo o diretor presidente da empresa, Guilherme Maradei, o quarto trimestre concentrou os primeiros faturamentos mais robustos da insulina glargina, produzida localmente, além da aceleração das entregas de insulina humana. "Foi quando iniciamos de fato a fase operacional, com volumes relevantes de produção e vendas", afirmou.
A dívida líquida da companhia ficou em R$ 96,6 milhões, redução de 20,4% na mesma base de comparação.
(Com Agência Estado)
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