A operação envolve a venda de 20 aeroportos administrados pela Companhia de Participações em Concessões (CPC), braço de infraestrutura aeroportuária da companhia brasileira.
A decisão foi tomada por unanimidade pela diretoria colegiada da agência reguladora. Segundo o diretor-relator, Roberto Honorato, a área técnica da agência avaliou que a compradora atendeu aos requisitos jurídicos, técnicos e fiscais exigidos para operações dessa natureza e que a operação não compromete a continuidade, a regularidade nem a qualidade da prestação dos serviços aeroportuários concedidos.
Com a aprovação, a transação, anunciada pelas companhias em novembro de 2025, ainda depende da conclusão das etapas contratuais e societárias entre as partes, mas já tem aval regulatório para avançar.
(Com Agência Estado)
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