"Eu acho que as chances de termos o aumento ainda em 2026 são baixas, mas o nosso objetivo é ter os testes feitos ainda este ano, em cerca de cinco meses. Essas eu considero elevadas. Porque isso é uma questão técnica, não é uma questão política. Não há razão para não fazer", afirmou durante cerimônias de lançamento da Aliança Biodiesel, em Brasília (DF).
Nassar também disse que, para que os testes se iniciem, será necessário que a Aliança ajude financeiramente o governo federal a firmar contratos com os laboratórios privados.
"O governo precisa fazer um convênio para pagar os laboratórios. Provavelmente, não tem todo o recurso, aí nós vamos, provavelmente, ter que ajudar e doar financeiramente recursos e estamos dispostos a isso, com o devido controle e aplicação", afirmou.
Os testes avaliam parâmetros como desempenho em motores, estabilidade da mistura e impactos logísticos, com o objetivo de garantir a qualidade do combustível. A análise busca garantir que a elevação do teor não comprometa o funcionamento da frota nem a qualidade do combustível ofertado ao consumidor.
O aumento da mistura de biodiesel está determinado na Lei do Combustível do Futuro, que estabelece um cronograma de elevação gradual do teor de biocombustíveis, condicionado à comprovação técnica de viabilidade.
A implementação do novo porcentual ainda depende de deliberação do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), que avalia aspectos como oferta do produto, impactos sobre preços e segurança do abastecimento.
A elevação da mistura tende a ampliar a demanda por biodiesel, com reflexos diretos sobre cadeias como a da soja e de outras oleaginosas.
(Com Agência Estado)
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