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Copa Pantanal Terça-feira, 11 de Fevereiro de 2014, 11:43 - A | A

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Terça-feira, 11 de Fevereiro de 2014, 11h:43 - A | A

DE OLHO

Obra de revitalização da Salgadeira é fiscalizada pelo MPE

Durante a visita, a representante do Ministério Público pretende verificar se o andamento das obras está de acordo com o cronograma

DA REDAÇÃO






O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 15ª Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente de Cuiabá, promove nesta terça-feira (11) vistoria nas obras de revitalização do Complexo da Salgadeira, na MT-251, que liga Cuiabá a Chapada dos Guimarães. A inspeção será feita pela promotora de Justiça Ana Luíza Peterlini.

Durante a visita, a representante do Ministério Público pretende verificar se o andamento das obras está de acordo com o cronograma. “As obras deveriam ser entregues até o final deste mês, mas infelizmente, o Estado não cumpriu os prazos estabelecidos no acordo judicial”, destacou a promotora de Justiça.

Ela informou que o Complexo da Salgadeira foi interditado em setembro de 2010, em razão de uma série de irregularidades. A suspensão das atividades desenvolvidas no local foi estabelecida em decisão judicial proferida em ação civil pública proposta pelo Ministério Público.

Edson Rodrigues/Secom-MT

Obra de revitalização da Salgadeira é fiscalizada pelo MPE


Na ocasião, foram detectados problemas referentes à disposição de resíduos a céu aberto, sistema de tratamento de esgoto tomado pela vegetação; ausência de gerenciamento de resíduos; presença de processos erosivos no estacionamento; ausência de licença ambiental; equipamentos de segurança e certificado do Corpo de Bombeiros vencidos; e tubulações de esgoto de pia de cozinha em drenagem pluvial.

O turismo desordenado realizado no local também foi destacado pelo Ministério Público. Foi constatado ainda que todos os empreendimentos existentes no complexo turístico estavam situados em área de preservação permanente, dentro da faixa de 50m ao longo do curso d´água. Além disso, não foi apresentado contrato de concessão de uso do espaço para os restaurantes explorarem local.

REVITALIZAÇÃO

De acordo com a promotora de Justiça Ana Luíza Peterlini, além de determinar a interdição do local, na decisão judicial foi estabelecido que o Estado deveria apresentar projeto de revitalização que contemplasse a recuperação das áreas degradadas, o ordenamento territorial, a regularização das atividades e o uso racional dos espaços pelos turistas.

“Até hoje, o Estado não conseguiu cumprir a ordem judicial. No decorrer do processo, foi celebrado um acordo com a prorrogação dos prazos que, inclusive, já estão se expirando. Esperamos que o projeto de revitalização possa ser efetivado de uma vez por todas”, disse a promotora de Justiça.


(Com informações da Assessoria)

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