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Cidades Segunda-feira, 18 de Abril de 2016, 14:51 - A | A

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Segunda-feira, 18 de Abril de 2016, 14h:51 - A | A

H1N1: Vírus antecipa circulação e preocupa população

REDAÇÃO

O vírus H1N1 voltou ao Brasil mais forte. Um dos problemas de saúde mais comuns dos períodos frios parece ter se adiantado. Além da antecipação da chegada da temporada de gripe, outro fenômeno tem chamado a atenção de especialistas: a grande proporção de casos graves e mortes em adultos.

 

Somente neste ano, até o fim de março foram notificados 35 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Deste total, um caso do município de Cuiabá foi confirmado como H1N1. Seis casos tiveram resultado não detectável e os outros 28 ainda estão sob investigação. Em relação ao número de óbitos há oito casos notificados, sendo um confirmado na Capital e os demais aguardam resultado de exames para confirmar associação com a doença.

 

A médica infectologista do Hospital Santa Rosa, Zamara Brandão Ribeiro, explica que várias hipóteses podem explicar a antecipação da chegada do vírus, que vão desde fatores climáticos favorecendo as aglomerações até o aumento de viagens internacionais que podem ter trazido o H1N1 que circulava no hemisfério norte.

 

O vírus possui as mesmas características de um quadro gripal inespecífico, dificultando a diferenciação com os outros quadros virais em um primeiro momento. Os sintomas são os mesmos: mal estar, febre, coriza, congestão nasal e falta de apetite.

 

A suspeita das complicações por H1N1 são levantadas a partir da evolução desfavorável do paciente que pode passar a apresentar dificuldade para respirar, náuseas, vômitos, confusão mental e piora clínica progressiva.

 

A médica relata ainda que, em geral, complicações costumam ser mais comuns em idosos, gestantes, crianças pequenas e outros grupos de risco (pessoas com doenças crônicas como diabetes, pneumopatas e cardiopatas, imunossuprimidos como usuários de corticóides ou portadores de neoplasia, obesos mórbidos).

 

Segundo a infectologista, prevenir ainda é a melhor opção e, sendo assim, reforça a importância da imunização. Na rede pública, a campanha de vacinação contra influenza deve começar no dia 30 de abril e se estender até 20 de maio e inicialmente será destinada a alguns grupos prioritários: crianças de 6 meses a 5 anos, gestantes, idosos, profissionais da saúde, povos indígenas e pessoas portadoras de doenças crônicas e outras doenças que comprometam a imunidade. Após tomar a vacina, a pessoa fica imunizada contra H1N1 aproximadamente por um ano.

 

Outros cuidados também podem ajudar a evitar o contagio da doença como lavar as mãos constantemente, evitar aglomerações e locais fechados, cobrir o nariz e a boca quando tossir ou espirrar, usar lenços descartáveis e evitar contato com pessoas doentes. Além disso, as pessoas que já apresentarem sintomas de problemas respiratórios devem evitar aglomerações para não disseminar o vírus.

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