Cidades Sexta-feira, 16 de Setembro de 2011, 11:07 - A | A

Sexta-feira, 16 de Setembro de 2011, 11h:07 - A | A

MOBILIZADOS

Estudantes da UFMT continuam acampados e aguardam resposta da reitora

No final da tarde, estudantes de vários cursos decidem se continuarão ocupando reitoria; reitora apresenta resposta na segunda-feira à tarde

Gabriel Soares / Hipernotícias

Estudantes acampam na Reitoria à espera de respostas sobre melhorias na Federal de Mato Grosso

Estudantes permanecem acampados nesta sexta-feira (16) na reitoria da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) esperando a posição da reitora Maria Lúcia Cavalli Neder pela conclusão das reivindicações que são possíveis de atender ainda neste ano.

Mais de 80 universitários dormiram em corredores e na sala do Colegiado da Reitoria para pressionar o que já é reivindicado há anos na UFMT.  De acordo com Sandoval Vieira, diretor da União Nacional dos Estudantes (UNE) em Mato Grosso, e aluno de História, algumas reivindicações podem ser terminadas ainda neste ano como a ampliação do Restaurante Universitário e Hospital Universitário que já estavam sendo construídos, contratação de mais professores e um espaço de vivência para o Instituto de Ciências Humanas e Sociais (ICHS).

“Tem estudante que chega do trabalho direto para a aula, então precisamos de um banheiro com chuveiro, um boa cantina e um espaço de vivência para o ICHS”, explicou Sandoval.

A reitora Maria Lúcia Cavalli Neder está em Sinop e chega ainda nesta sexta-feira a Cuiabá. Na segunda-feira (19) a tarde, ela entrega aos estudantes a resposta do que será viabilizado ainda este ano.

MOBILIZAÇÃO

A estudante Luana Soares, está no quarto ano do curso de Letras, entende que a luta encampada por ela será para gerações futuras. “Todo mundo acha que a Universidade está boa, mas não está. Teve greve dos professores, dos técnicos. Passei meu curso com falta de professores, de equipamento, da biblioteca atualizada, teve corte nas bolsas e não há espaço no restaurante universitário”, desabafa.

Os alunos realizam duas reuniões nesta sexta-feira. A primeira às 11h é para avaliar o movimento e as mobilizações que serão realizadas; a segunda, às 18h decidi se os estudantes permanecerão acampados na reitoria no final de semana. “Vamos avaliar as condições materiais como alimentação”, disse Sandoval.

Além da UFMT, estudantes de outras instituições pelo Brasil estão em mobilização como Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Universidade Estadual de Maringá (UEM), Universidade Federal de Alagoas (UFA), Universidade Federal de Brasília (UnB), Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e a Universidade Federal Fluminense (UFF).

 

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