Nos primeiro 14 dias do ano, a Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa já registrou 17 homicídios na região metropolitana de Cuiabá. Várzea Grande ainda continua como a cidade mais violenta da baixada, tendo registrado 10 execuções, contra sete em Cuiabá.
Entre os motivos estão o ciúmes e o acerto de contas por tráfico de drogas. Em Várzea Grande, por volta de meio-dia do último domingo (12), uma jovem foi executada pelo ex-namorado com dois tiros na nuca e um na cabeça enquanto assistia o jogo de futebol do atual marido.
O motivo, segundo informações da DHPP, seria passional, porque o autor do crime conhecido como Nandinho, não aceitava o fim do relacionamento.
Ainda lá em Várzea Grande, a forma que acontecem os crimes choca a Polícia Militar e outras autoridades competentes. Por conta de R$ 200 um idoso de 90 anos foi morto na frente da esposa e do neto.
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A execução do idoso aconteceu durante a madrugada em uma chácara na região do Formigueiro e no período da tarde, os suspeitos foram detidos no Centro de Várzea Grande. No mesmo dia, outra pessoa morreu durante um assalto. Porém a vítima era o ladrão que foi surpreendido pelo dono da casa que é um agente prisional e acabou levando dois tiros no peito e morrendo no local.
Em Cuiabá, também houve latrocínio no último fim de semana. Um empresário foi morto com sete facadas após ter a camionete roubada. O crime aconteceu durante a noite de domingo no bairro Jardim Tropical.
Outro crime chocante foi a ocorrência onde os pais após uma discussão jogaram um bebê de menos dois meses ao solo e o mesmo teve traumatismo craniano. Por conta da omissão de socorro, a criança morreu dois dias depois e os pais foram autuados por homicídio qualificado.
De acordo com o Instituto Médico Legal (IML), 13 homicídios no ano aconteceram com uso de arma de fogo, três com arma branca e por último a lesão corporal onde vitimou o bebê Josué. A delegada titular da DHPP, Anaíde Barros, prefere não comentar ainda sobre os números porque o mês não finalizou. “É preciso saber quando acontecem. Pelas estatísticas atuais são mais de um por dia, mas prefiro que feche o mês para a análise ser melhor”, disse a delegada.
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