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Cidades Quinta-feira, 09 de Janeiro de 2020, 16:10 - A | A

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Quinta-feira, 09 de Janeiro de 2020, 16h:10 - A | A

CLUBE DE VÁRZEA GRANDE

Conselho da Mulher repudia possível contratação do goleiro

REDAÇÃO

O Conselho Estadual dos Direitos da Mulher de Mato Grosso (CEDM/MT) divulgou uma nota de repúdio contra a possível contratação, por parte do Clube Esportivo Operário Várzea-Grandense, do goleiro Bruno, condenado a mais de 20 anos de prisão por participação na morte da modelo Eliza Samudio, mãe de um filho dele. No documento, a entidade pede que o time repense a decisão de integrá-lo ao elenco em respeito às mulheres.
 

Renata Caldeira/TJMG (08.03.2013)

bruno julgamento

 

Ao divulgar a nota, o CEDM ressalta que Bruno, à época do crime jogador do Clube de Regatas do Flamengo, foi condenado pelos crimes de homicídio, ocultação de cadáver, sequestro e cárcere privado. “Trata-se de alguém que demonstrou profundo ódio e total desrespeito às mulheres ao tratar dessa forma cruel e bárbara aquela que seria a mãe do seu filho”.
 

A entidade ressalta que o futebol cria ídolos entre crianças e jovens, em processo de formação, e entende que tratar alguém capaz de cometer um crime tão bárbaro é um fato bastante preocupante. “Mesmo tendo cumprido parte da pena pela morte de Eliza Samudio, e tendo obtido na Justiça a progressão de regime para o semiaberto, a gravidade dos crimes cometidos por Bruno Fernandes impõe que ele seja tratado com mais rigor e não como se fosse um ‘ídolo’ que merece ser disputado por clubes de futebol”.

Ainda no documento, o Conselho lembra que no mês passado Cuiabá foi uma das cidades a receber a Campanha do Laço Branco, formada por homens que lutam pelo fim da violência contra a mulher. "Em menos de 30 dias após o lançamento da ação o Operário vai na contramão da campanha, tentando a contratação de alguém condenado pela Justiça por ter matado uma mulher", criticou o conselho. 

Para o CEDM-MT, a contratação passa uma mensagem subliminar de que machismo e misoginia são práticas toleradas. “Isto, especialmente, no nosso país e estado onde os índices de mulheres que sofrem violência e morrem todos os dias por esse motivo estão entre os mais altos do mundo”. 

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