Um cão da raça Rottweiler causou momentos de pânico ao ser flagrado solto pelas ruas do Bairro Alvorada, localizado em Campo Novo do Parecis (402 km de Cuiabá). Durante o período em que esteve fora de controle, o animal atacou duas crianças, mobilizando a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros, que precisaram ser acionados com urgência para realizar a contenção do animal. Até o momento do fechamento da ocorrência, o tutor do cão não havia sido localizado.
Testemunhas que presenciaram a cena relataram que o cachorro avançou sobre as duas crianças enquanto elas circulavam pela Rua Cambará. Vizinhos que ouviram e presenciaram a situação ligaram imediatamente para o 190. As vítimas sofreram apenas ferimentos na região das costas. Após o ataque inicial, o cão fugiu em direção à Avenida Olacyr de Moraes, sendo avistado pouco tempo depois na Praça do Olenka. Populares voltaram a acionar as autoridades, relatando que o animal demonstrava agressividade e tentava investir contra outros moradores que passavam pelo local.
A Polícia Militar se deslocou prontamente para o setor indicado, mas, ao chegar, o Corpo de Bombeiros já havia conseguido realizar a contenção do Rottweiler com sucesso. Para garantir a segurança de todos e a integridade do próprio animal, ele precisou ser preso em uma gaiola metálica de transporte. Sem a identificação imediata do responsável, o caso levanta preocupações sobre a posse responsável de animais de grande porte no município.
De acordo com o relato do Corpo de Bombeiros, três crianças foram atacadas pelo animal em diferentes pontos da cidade. Enquanto o ataque no Jardim Olenka resultou em ferimentos que não ofereceram risco imediato, outras duas crianças precisaram de atendimento médico especializado e foram encaminhadas ao Hospital Municipal. O animal agora permanece sob custódia no quartel dos Bombeiros, aguardando que o tutor se apresente para responder pelos danos causados e pela falta de vigilância que colocou em xeque a segurança pública do município.
De acordo com a legislação vigente, os tutores são civil e criminalmente responsáveis pelos danos causados por seus animais, o que reforça a necessidade de manutenção rigorosa de portões e o uso de guias e focinheiras em áreas públicas. O destino do animal e a investigação para identificar o proprietário agora seguem sob responsabilidade das autoridades competentes.
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