"Eu não vou vender o Banco do Brasil como ele está. Eu quero que o Banco do Brasil se transforme em três, quatro, cinco, para poder aumentar a concorrência", afirmou. O mesmo seria feito com a Petrobras, com "cada refinaria e cada região" tendo um operador.
Na entrevista, Zema incluiu o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) na lista de eventuais privatizações, mas disse que a Caixa Econômica Federal ficará de fora. "A Caixa tem papel social, e não seria privatizada", disse.
Os recursos, de acordo com o ex-governador de Minas, seriam usados para melhorar a vida do brasileiro. Zema também citou aportes de fundos de pensão estatais no Banco Master como justifica para desestatizar as companhias. "O setor público é capturado por esses escândalos", declarou.
Ele rebateu, no entanto, acusações de envolvimento da Cemig, empresa estatal mineira, nas investigações sobre o banco. "Pedi para o atual governador que investigue a fundo. E que a Receita apure e puna a sonegação. Sou totalmente favorável. Não quero que ninguém fique protegido."
(Com Agência Estado)
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