O tucano afirmou no início da semana ao Estadão que a viabilidade de sua pré-candidatura depende da formação de uma aliança partidária. O Solidariedade era um dos partidos que ele havia informado que tinha havido avanço nas tratativas.
A reunião que selou o apoio a Tarcísio teve as presenças do presidente nacional da sigla, Paulinho da Força, do presidente nacional da federação, Ovasco Resende (PRD), e do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB).
"Nós viemos aqui para dizer que estamos com o senhor no seu palanque e vamos dar todo apoio necessário à sua reeleição nesse grande projeto para São Paulo. São Paulo não pode parar, precisa avançar", disse Resende em um vídeo gravado com o governador.
"Tarcísio, viemos aqui trazer todo apoio a você. São Paulo precisa continuar contigo e a nossa federação estará junto contigo", afirmou Paulinho da Força.
O governador agradeceu o apoio dos dois partidos. "Saber que a gente vai contar com o PRD e Solidariedade nos deixa motivados, vamos estar juntos e a gente vai construir um Estado mais forte", disse.
Tarcísio montou a maior coligação para a eleição deste ano. Antes do PRD e Solidariedade, ele já tinha o apoio de PL, PP, MDB, PSD e União Brasil, entre outras siglas.
Já Paulo Serra ainda conversa com o Democracia Cristã (DC), o Avante e o Missão, que pretende lançar candidato próprio ao Palácio dos Bandeirantes.
Único outro pré-candidato confirmado, Fernando Haddad (PT) tem uma coligação de esquerda, com o apoio do PSB, PDT, PSOL, PCdoB, PV e Rede.
(Com Agência Estado)
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