Os demais candidatos aparecem bem distantes dos cinco primeiros. São eles: Soninha Francine (Cidadania), com 2,9%; Geraldo Rufino (Podemos), com 2,7%; Dra Eliana Ferreira (PSTU), com 1,7%; Weller Gonçalves (PSTU), com 1,3%; Maíra de Souza (UP), com 1,1%; Márcio Alves (UP), com 0,8%; e Petter Maahs (PCB), com 0,7%.
Os eleitores que apontam que não votariam em ninguém ou votariam em branco ou nulo são 10,2%. Os que não sabem são 42,2%. Neste caso, a conta soma 200% em razão de haver a soma dos dois votos.
O instituto também perguntou sobre o peso dos apoios de Tarcísio de Freitas, Lula e Jair Bolsonaro aos candidatos na decisão de voto. No caso do governador, o apoio aumentaria as chances de votar nesse candidato para 62,9% dos eleitores paulistas. Os que dizem que não aumentam nem diminuem são 5,3% e os que apontam que as chances diminuiriam são 26,2%. São 5,5% os que não sabem.
Com relação ao presidente Lula, o apoio dele aumentaria as chances de votar nesse candidato para 36,2% dos eleitores. Para outros 13,7%, não aumenta nem diminui. Enquanto isso, 35,4% afirmam que as chances se reduzem. Os que não sabem são 14,7%.
Por fim, com relação ao ex-presidente Jair Bolsonaro, seu apoio aumentaria as chances de 49,5% dos eleitores escolhessem o candidato apoiado. Enquanto isso, 8,6% dizem que nem aumentaria, nem diminuiria. E 31,7% afirmam que reduziria a hipótese de escolher esse nome. Os que não sabem são 10,3%.
Foram ouvidos 1.800 eleitores no Estado de São Paulo entre os dias 5 e 8 de agosto de 2026. A margem de erro do levantamento é de 2,3 pontos porcentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O levantamento foi contratado pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e registrado no TSE sob o protocolo BR-08036/2026 e SP-04956/2026.
(Com Agência Estado)
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