Falando a dezenas de milhares de pessoas em Rimini, Leão alertou contra uma cultura que "rearma mentes, palavras e nações" e argumentou que os cristãos devem responder com misericórdia, encontro e compromisso com a paz. Ele também deixou uma mensagem de incentivo aos jovens católicos, dizendo a eles que são "um sinal de que o futuro é promissor, e não uma ameaça".
Mais cedo, em San Marino, Leão se dirigiu às autoridades locais da república mais antiga ainda existente no mundo e refletiu sobre o legado de São Marino e São Leone, a quem atribuiu ajuda na criação de uma sociedade baseada em liberdade, respeito mútuo e comunidade.
O papa disse que os dois santos traduziram a mensagem cristã em "um novo modelo comunitário e político, fortemente caracterizado pelos princípios cristãos de liberdade, respeito mútuo e comunhão", um legado que, segundo ele, continua a moldar a república até hoje.
São Marino, uma nação de cerca de 35 mil habitantes completamente cercada pela Itália, remonta suas origens ao século IV. O país é governado por um parlamento de 60 membros que elege dois capitães-regentes a cada seis meses para atuarem conjuntamente como chefes de Estado - um arranjo de compartilhamento de poder projetado para evitar a concentração de autoridade.
Usando o microestado como exemplo, Leão argumentou que pequenas comunidades políticas podem oferecer lições de serviço público e coesão social em um momento de crescente divisão e desconfiança.
Leão é o terceiro papa a visitar San Marino, depois do Papa João Paulo II, em 1982, e do Papa Benedito XVI, em 2011. Fonte: Associated Press
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado
(Com Agência Estado)
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