Segundo o parlamentar, trata-se de uma tentativa de prejudicá-lo. "Ao que parece, mais uma vez indivíduos mal-intencionados estão brifando a imprensa da qual sempre se disseram inimigos para criar narrativas contra mim. É nisso que a direita está se transformando", criticou. Nikolas também negou que esteja trabalhando para eleger uma bancada de deputados e sair do PL. "Se essa fosse a intenção, eu já estaria em outro partido", disse.
Segundo apuração da jornalista Andreia Sadi, da GloboNews, pessoas próximas aos envolvidos dizem que profissionais que trabalham, já trabalharam ou conhecem como Nikolas faz seus vídeos ajudaram Michelle com as gravações, roteirização e contextualização das informações.
Na última sexta-feira, 3, Nikolas esteve ao lado de Flávio durante o 3º Seminário de Comunicação do PL, no Rio de Janeiro. Em gravação de cerca de 27 minutos, publicada no dia 24 de junho, a ex-primeira-dama relatou nas redes sociais que o enteado a humilhou por telefone.
"Ele foi muito ríspido, me desrespeitou e me maltratou ao telefone. E eu não tinha feito nada contra ele. Ele disse que seria melhor eu ficar fora das decisões do partido. Disse que eu havia chegado ontem e não entendia nada de política", afirmou Michelle. O desentendimento começou em dezembro do ano passado, quando Michelle criticou publicamente a decisão do diretório cearense do PL de apoiar a candidatura de Ciro Gomes (PSDB) ao governo do Estado.
Flávio negou ter desrespeitado a madrasta, afirmando que "nunca" maltratou e humilhou uma mulher na vida e "jamais o faria com a esposa do próprio pai". Ainda segundo o senador, o convite para que Michelle se engaje em sua pré-campanha à Presidência da República "segue de pé" e seu coração "segue aberto."
(Com Agência Estado)
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